/eks waɪ ədˈventʃərəs/

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Flashfire #3

NOTA: Ao todo, contando Side Stories, Filmes, o Especial Season 2.5, Epílogos e Capítulos Comuns, este corresponde ao número 93. Faltam 7 Capítulos para o número 100.



Com a saúde melhor do que nunca, o pobre garoto saiu de sua casinha em Geosenge Town, deixando o Reverendo Francois para trás. Ele nunca havia feito isso antes, mas, de acordo com as leis da região de Parisia, ou ele saía de casa aos dez anos de idade para sua própria jornada pokémon, ou ele ficava estudando mais até os dezessete, para obter melhores condições de vida. No entanto, a pobre criança não tinha condições nem comprar uma roupa decente e o dinheiro arrecadado pelo Reverendo era suficiente apenas para manter sua alimentação e necessidades básicas.
        Por sorte, o sacerdote religioso havia conseguido para o menino, que adotou e acolheu como seu após a terrível a trágica morte precoce de sua mãe, um cartão postal. Tal cartão é emitido pelas autoridades de Parísia em uma quantidade máxima de 100 por ano. Isso ignifica que apenas as cem melhores crianças de dez anos (ou as cem que tiverem mais sorte) conseguem sair em uma jornada nesta tenra idade. Todas as outras, as quais não conseguiram um cartão-postal, devem aguardar até os dezesseis, dezessete anos, quando os cartões chegam de maneira mais fácil (muito mais fácil) até suas mãos.
        Mas a pobre criança se sentia abençoada naquele momento. Sua mãezinha querida que sempre se esforçou tanto para lhe proteger, estava agora em um lugar muito distante, de onde não podia o ajudar, mas ele, enquanto um jovem homenzinho, iria lutar para conseguir sustento. E quando se fala em lutar, é no sentido literal da palavra...

>Lumiose City — Laboratório do Professor Patrice

        — D-deve ser aqui... — A criança tremia à porta de um apartamento qualquer na agitada cidade de Lumiose. Do joelho para baixo, sua pele estava totalmente exposta ao caótico frio de inverno, e ele não tinha nem mesmo um tênis para calçar. Usava chinelos remendados com pregos enferrujados e todo o pouco tecido que o cobria, estava esfarrapado.
        Rapidamente então esfregou as mãos para esquentá-las (pareciam até pedras, de tão geladas que estavam) e tocou a campainha do laboratório, na esperança de entrar e enfim se aquecer. Não demorou muito e um senhor de idade apareceu, os olhos saltando ao ver o pobre menino encolhidinho de frio.
        — Professor Patrice? — Pergunta o garoto.
        — Entre, entre! — disse o velhinho, imediatamente retirando seu casaco e colocando-o sobre o garotinho.
        O moleque acomodou-se em um sofá peludinho, abraçando-se ao móvel, a fim de obter um pouco de calor nem que fosse. Vendo a situação, o velho professor e pesquisador pokémon foi até a cozinha e lhe trouxe um pouco de chocolate-quente, recém feito.
        — Então, o que o traz aqui? — pergunta o professor Patrice.
        — T-tenho um cartão-postal, senhor. — Responde o menino, retirando de dentro de sua mochila rasgada um papel todo amassado. Era o cartão postal preenchido com todas as suas informações pela letra suicida do Reverendo Francois. — Eu vim para me tornar um Treinador Pokémon!
        — Ah, você deve ser o menino do qual o Reverendo Francois me advertiu! Eu reconheceria esse garrancho em qualquer lugar.
        O professor começou a rir, mas o menino estava muito sério. Parecia na verdade um pouco preocupado. Então perguntou:
        — Professor? O senhor acredita em Deus?
        Então o pesquisador lhe responde:
        — Meu jovem, eu acredito no Amor. Nenhum ato cometido nessa vida é mais puro e belo do que o amor.
        — Amor? — O garoto  parecia não estar muito convencido com aquela resposta.
        — E você? Acredita em Deus? — Então pergunta o professor.
        — Eu costumava acreditar... Até ele tirar minha mãe de mim, senhor. É por isso que eu vim até aqui! Para poder ganhar dinheiro em batalhas pokémon! Ela era a única pessoa que eu tinha...
        E então começa a chorar, tendo em vista que fazia pouco tempo desde que sua mãe se fora.
        — Não chore, não chore. — E o professor abraça o menino. — Ouça: A temporada de pegar pokémons iniciais acabou faz tempo! Tanto que eu não tenho mais nenhum aqui comigo!
        — Mas professor! Eu preciso muito disso! Eu preciso!
        — Eu sei. Eu sei. É por isso que irei lhe apresentar outros monstrinhos. Particularmente, estes foram capturados por pura diversão. Estou velho, já não me exercito há tempos, mas decidi pegar meu Chesnaught e sair por aí batalhando com todo mundo.
        O velho senhor então encaminha o menino para uma peça menos aconchegante que a sala de estar. Era o Laboratório em si: uma mistura de biblioteca (contendo uma parede de cima a baixo com exemplares de livros) com uma nave espacial super tecnológica, onde haviam vários controles, painéis, telas, fios e é claro, todos os modelos de pokébolas imagináveis, de todos os tipos e cores.
        — Por aqui! Isso mesmo! Venha!
        O menino se aproxima com um pouco de receio de um balcão com algumas pokébolas em cima.
        — Vejamos... Este aqui... Este aqui é o Helioptile! — diz o professor, lançando a boal ao alto e revelando uma amável criaturinha meio réptil meio cão-linguicinha.
        — Que bonitinho! — Disse o menino, correndo para abraçar o pokémon.
        — Oh! Não faça isso!
        Mas era tarde demais para a advertência do professor. Helioptile já havia eletrocutado o menino com seu Parabolic Charge.
        — Você está bem? — O velho senhor segura o menino antes que caísse no chão.
        — Ai... Só estou um pouco zonzo, obrigado. — E o menino se apoia na mesa, aguentando ficar de pé. Aquilo não chegava nem perto de suas frequentes dores no peito que agora, para seu alívio, haviam se extinguido para sempre.
        — Tem certeza?
        — Tenho. — Respondeu confiante o menino. — Vamos continuar.
        Assim, o Professor Patrice dispara mais uma pokébola ao alto revelando...
        — Clauncher! Um crustáceo super-hiper-mega-raivoso! Portanto, evite contato!
        — T-tudo bem então...
        — E por último, Fletchling, um excelente pokémon voador para treinadores iniciantes!
        — Aai! Esse dá pra tocar?
        — Não é aconse--
        E nos mesmo instante, Fletchling enche seu corpo com chamas, respondendo pelo professor.
Flame_Charge
        — Acho melhor não! — diz o menino, afastando-se da mesa.
        — Bem, um desses três pode ser seu! — diz o professor finalmente. — Escolha um e então terá um parceiro de jornada!
        — Eu vou escolher... Bom... Deixa eu pensar... — O menino começa a pensar, olhando para todos os cantos do laboratório, como se a resposta fosse lhe surgir só de observar aquelas prateleiras atulhadas com livros, novos e velhos.
        Eis então que alguma coisa chama sua atenção. Não era mais um rato de laboratório ou uma peça tecnologicamente avançada, mas um pequeno pokémon que anteriormente passara despercebido, cochilando no topo da pilha mais alta de livros, a poucos centímetros do teto.
        — E ele? — Pergunta o garoto.
        — Ele quem?
        Então o menino aponta para o pokémon de aparência fofinha e meiga.
        — LITLEO! O que faz aí em cima!? — O professor logo pega uma vassoura que estava atirada no chão e cutuca o pokémon lá no alto, que depois do berro de Patrice, já estava acordado.
        — NÃO! — O menino intervém.
        — Eu não vou machucá-lo! Veja!
        O pesquisador dá uma batidinha de leve nos livros abaixo de "litleo" e o pokémon salta de lá de cima, caindo exatamente como um felino: "de pé" no colo do garoto.
        — Aaai! Ele é quentinho! ♥ — Rapidamente o menino abraça o pokémon, que começa a lamber seu rosto com uma mínima linguinha quente como fogo. — Ei! Isso faz cócegas!
        — Sabe, garoto... Litleo é um pokémon que peguei para ser de estimação, no entanto, com as demasiadas conferências e eventos onde sou convidado a participar, ele fica aqui, sozinho em meu laboratório. Por isso, ele sempre acaba fazendo travessuras! Quer se divertir e ao mesmo tempo... Chamar minha atenção. Esses tempos ele roeu os fios de meu computador central, paralisando minhas atividades como pesquisador por um dia. Outra vez, derrubou todas as minhas estantes. Tive que reorganizar todos os livros, um por um.
        — Que sapeca você, hein? — Diz o menino erguendo o pokémon por baixo dos braços, como um bebê.
        E Litleo retribui com mais umas linguadas no rosto do garoto.
        — Bem, eu ficaria contente se cuidasse de Litleo para mim. — diz o professor. — Parece que ele gostou de você, não acha?
        — É verdade, é verdade!
        — E então? Vai querer ficar com ele ou vai preferir um dos outros três lá na mesa?
        O menino espia a mesa e então se arrepia todo, se imaginando no controle de um daqueles três malvados.
        — Bem, acho que vou escolher esse aqui! — Diz o menino, abraçando Litleo. — Ele só precisa de um pouco de atenção, amor e carinho!
        — Tudo bem então! Litleo, este é o seu novo treinador! Tenho certeza de que ele será melhor do que eu!
        Litleo pula no colo do Professor Patrice e o lambe no rosto, entendendo que aquela era uma despedida.
        — Ahahah! Veja só! Ele sabe! E parece que gostou de ter te encontrado!
        — Yeeaah! Eu peguei... meu primeiro pokémon!
        E Litleo volta pro colo do garoto, derrubando-o no chão e então novamente lambendo seu rosto.
        — Gyahahahah! Isso faz cócegas! Faz cócegas!
        Então, ao ver aquilo, o Professor Patrice fica pensativo, com uma pontada de dor no coração...
        "Quem diria... Uma criança tão pura, tão simples, humilde e ingênua com uma história tão triste, tendo conviver com a perda da mãe... Que Arceus o abençoe eternamente, e que a sorte esteja a seu favor em todos os momentos de sua jornada... Ele vai precisar."

Season 3 — Capítulo 14

Aquela noite estava sendo difícil para X. Seu corpo todo estava muito dolorido por causa do tratamento. Ele não sabia se o gelo estava curando suas queimaduras foi fazendo outras. Estava meio desnorteado. Sabia que estava naquele hospital havia vários e vários dias. Uma semana talvez. Ou mais. Anna lhe visitava todos os dias, trazendo-lhe sempre algo de comer, mas a angústia era interminável. Ele queria sair dali. Ele precisava se recuperar o mais rápido o possível para voltar ás investigações. Foi então que, para sua surpresa, algo chamou sua atenção enquanto espiava a tempestade de neve que não parava nunca do lado de fora da janela do quarto.
        — Raimond! — Gritou uma voz grossa e profunda que X reconheceu imediatamente como sendo Wulfric, o médico que lhe ajuda com o tratamento, e o líder do ginásio de Snowbelle.
        — S-sim?! — Respondeu a voz de um garoto talvez não muito velho. Não se sabia, mas parecia estar chorando em desespero, ou algo do tipo.
        — Chame TODOS os líderes de ginásio de Kalos! — Grita Wulfric, eufórico. — VAMOS REABRIR O CONSELHO!
        — M-mas são 3 da manhã. — Respondeu-lhe Raimond.
        — Eu sei... Eu sei... MAS A SITUAÇÃO É URGENTE! Uma catástrofe dessas não pode ser gerida por uma região sem um Campeão! Precisamos ser fortes juntarmos nossas forças enquanto Líderes de Ginásio! Precisamos tranquilizar a população, preparar soldados, treinar jovens e adultos e sabe-se lá mais o quê!! 
        De repente houve uma pausa.
        — VOCÊ AINDA ESTÁ AQUI?! — Ralhou Wulfric.
        — D-desculpe, chefe! E-estou indo! Estou indo!
        E ouviu-se barulhos de passos muito apressados, provavelmente o tal de Raimond estava correndo, que foram diminuindo de intensidade até desaparecerem no fim do corredor...
        O que poderia ser tão importante para reunir todos os líderes de ginásio de Kalos às 3 horas da manhã em meio à uma tempestade de neve como aquela? E que Catástrofe era essa que Wulfric mencionara? E por que aquele homem tinha voz de choro? De repente, X viu-se intrigado. Já estava de pé, descalço e com o ouvido colado na porta do quarto, esperando ouvir mais.
        Então a porta do quarto foi empurrada com força do lado de fora para dentro, fazendo o garoto ser esmagado na parede.
        — X? — Grita Wulfric, procurando desesperado pelo garoto no quarto, não percebendo que ele estava do outro lado da porta.
        — A-aqui... — Respondeu o garoto, meio queimado ainda.
        — Vamos, tenho uma missão para você! — diz Wulfric, saindo às pressas em direção ao corredor.
        — O-o que aconteceu? — Pergunta X, muito curioso (e já preocupado) — É uma guerra?
        — Muito mais do que isso, meu jovem! — diz Wulfric, agora já descendo as escadas do hospital, a passos largos. — Um Meteoro gigante misteriosamente mudou de direção hoje à noite! Agora está em rota de colisão com o Planeta Pokémon! Ele atingirá Kalos em 27 dias e a expectativa de vida é de 0,3% da população em todo o globo!
        — Mas o que--
        — E mais: com tão pouco tempo até que a colisão se faça, não temos como projetar arma alguma para nos defendermos! É o apocalipse, meu caro detetive! É O APOCALIPSE!


POKÉMON XY ADVENTURES APRESENTA:
Season 3 — Capítulo 14
α O Início do Fim dos Tempos — VS Elite 4
ESTRELANDO:
     



Season 3 — Capítulo 13

POKÉMON XY ADVENTURES APRESENTA:
Season 3 — Capítulo 13
Ω Supernova: O Ginásio Espacial! VS Olympia

ESTRELANDO:
        


"Assim que nosso treinamento na Frost Cavern acabou, voltamos via teletransporte para a cidade de Anistar. Era noite e as estrelas brilhavam intensamente. Todos estávamos completamente congelados e precisávamos de um banho, mas eu tinha outro plano em mente: REVANCHE. Talvez minha derrota para Olympia não tenha ferido meu orgulho, mas eu precisava daquela insígnia o mais rápido o possível, para nos movermos dali o mais rápido possível. Então, assim que pisamos no Ginásio de Anistar, me pronunciei sobre o assunto."

        — Bonsoir, jovens treinadores! — Saúda, Olympia, que trouxe o grupo de volta das montanhas nevadas para o ginásio utilizando suas técnicas avançadas de teletransporte através de ondas psíquicas intramoleculares.
        — Boa Noite, pra ti também, Mestre Olympia! — Cumprimenta Y.
        — Finalmente! — Exclama Trevor — Não estou mais sentindo minhas cadeiras! Aquele frio todo me deixou duro!
        — Devia agradecer, Trevor. — Riu-se Shauna. — Ao menos uma vez na vida você precisa ficar duro, hahahah!
        — Engraçadinha! Ainda não estou na idade de ficar mole, não! u.u — Ele afirma.
        — E já testou com alguém? — Ela pergunta de volta, o que deixa Trevor super bravo e mais vermelho do que seus próprios cabelos cor-de-fogo.
        — Parem com isso, crianças! — Tierno separa os dois — Acho que a Y tem alguma coisa pra nos dizer!
        — Sim, tenho! Bem observado, Tierno. — Elogia Y — Como todos sabem, esta manhã eu tive uma batalha contra a Mademoiselle Olympia! No entanto, por motivos técnicos, acabei perdendo. Agora, eu gostaria de pedir uma revanche! S’il vous plaît!
        — Uma Revanche?! Agora? — Olympia surpreende-se — Tudo bem então...
        — Mas eu não quero uma batalha comum! — Diz Y.
        — Ah não?
        — Não, eu quero--
        — ESPERE!
        A Líder de Ginásio interrompe Y, fazendo uma voz etérea, fluida e profunda, enquanto seus cabelos esvoaçavam para cima e os olhos vidrados, com uma cor branco-cintilante. Era uma das premonições que Olympia estava tendo.
        — Oh, oh... Uma Batalha Tripla... Entre mim e três de vocês! — diz a líder de forma demoníaca. 
        — Exatamente, eu--
        — SHAUNA E TIERNO! — Grita a Líder, interrompendo Y novamente.
        — Sim, eu--
        — Tudo bem, eu aceito! Eu aceito! — E Olympia levanta voo exatamente como um Emolga, utilizando sua capa para planar e se vai ginásio à dentro, rumo à arena de batalhas.
        — Meio doidinha,  não? — Pergunta Zack.
        — "MEIO"? — diz Wood — COMPLETAMENTE!
        — O termo correto é "insana". Ela é insana. — Diz Shauna. — Agora você vai traduzir pra gente, Y, o que é que você queria dizer e ela não deixou.
        — É, diz aí! — Pede Matthew.
        — Bem, eu ia pedir uma Batalha Tripla, como já devem estar imaginando. Uma batalha comigo, a Shauna e o Tierno, já que eles ainda não tê ma Insígnia de Anistar! Assim, os três poderíamos ganhar a insígnia juntos, em uma batalha única contra a mesma líder de ginásio, por mais terrível que ela seja. E aí, o que me dizem?
        "ELES ACEITAM" — Grita Olympia do outro lado da porta que ligava o hall de entrada do ginásio à arena.
        — Acho que ela já respondeu pela gente, não é? — Tierno começa a rir-se sozinho.
        — Mas é isso aí! — Concorda Shauna. — Eu não poderia ter tido uma ideia melhor, Y! Vamos lá nós três e vamos arrasar!
        — Matthew, pode ser nosso árbitro?
        — Eu--
        "ELE PODE E ELE VAI" — Grita Olympia, respondendo e interrompendo pela milésima vez.
        — É. É isso aí. —  Matthew concorda, e assim, todos vão para a arena, atravessando o saguão e passando pela porta por onde Olympia havia entrado.
        — Caramba. Como está escuro aqui dentro.
        De fato, do outro lado da porta, tudo era um breu só, que ninguém conseguia enxergar o mais absoluto raio de luz. Ninguém sabia como era dentro do ginásio. A batalha anterior de Y havia acontecido em frente ao Sundial, um enorme cristal cor-de-rosa próximo ao rio que funcionada como Relógio-de-Sol, ou seja, havia sido ao ar livre.
        Era estranho aquilo ser tão escuro. Ninguém conseguia enxergar as próprias mãos ou os próprios pés e todos precisaram se segurar uns nos outros para não caírem.
        — SEJAM BEM-VINDOS AO GINÁSIO ANISTAR! — Grita Olympia.
        — Mas que raios de ginásio-- — Reclama Wood, mas é interrompido novamente adivinha por quem?
        — SINTO MUITO PELA ESCURIDÃO, MAS EM BREVE VOCÊS ENTENDERÃO. — Fala a voz de Olympia, oculta no meio das trevas absolutas.
        — Eu quero voltar... — Trevor começa a tremer de medo.
        — Deixa de ser cagão! — Zack dá um tapinha no garoto, que volta à si.
        Então algo surpreendente acontece. Uma chama púrpura surge bem no centro do negror sem fim, iluminando vagamente os arredores.
        — Esta é a chama de Dalila, o espírito que me ajudou a desenvolver a clarividência e todos os meus outros dons! — Anuncia a voz de Olympia. — Ela se extinguirá por completo quando e se eu perder a batalha, portanto, servirá como um marcador psíquico da quantidade de "vida" que ainda resta em meus pokémons. Entendido?
        — SIM! — Respondem Y, Shauna e Tierno firmemente.
        — E-ela disse... Espírito? — Trevor volta a tremer, desta vez agarrando-se à Zack, morto de medo.
        — EI! LARGA ELE! — Matthew fica bravo.
        — A Batalha será de Três Pokémons contra Três Pokémons ao mesmo tempo! — Anuncia Olympia. — Cada desafiante poderá usar um único pokémon, enquanto eu, a líder, usarei três de meus melhores combatentes! — E faz uma breve pausa, depois continua — Nenhum desafiante poderá ter seu pokémon derrotado, caso contrário, nenhum dos três levará a insígnia!
        — Mas que injustiça! — Grita Shauna.
        — EU ACEITO! — Diz Tierno.
        — A Conscientização é de Todos? — Pergunta Olympia, mas logo os interrompe antes de mesmo começarem a responder. — Ah, não, não, não! Peraí! Dalila está me dizendo que... Sim! Todos concordam!
        — Ela é um pé no saco! — Cochicha Zack para Wood.
        — E ELA DISSE QUE VAI PUXAR O PÉ À NOITE DE QUEM NÃO SE COMPORTAR! — Grita Olympia, fazendo com que Trevor corresse em desespero e voltasse por onde havia entrado...
        — Onde é que ele foi? — Pergunta Tierno.
        — Deixa ele! Você sabe como ele é nervoso! — Por fim diz Shauna.
        — Muito bem, muito bem... As regras foram claras? — Pergunta a voz da líder, nos escuros — Ah, Dalila diz que foram! E QUE COMECE A BATALHA!
        — o chão do ginásio então começa a brilhar, emitindo luz púrpura e iluminando todo o lugar, que agora não se parecia mais um quarto escuro, mas... o ESPAÇO SIDERAL!
        — CARACA! — Exclama Shauna.
        — É LINDO! — Um sorriso bobo se estampa no rosto de Y.
        — Todos continuamos no escuro — informa Olympia —, mas meus poderes psíquicos estão manipulando suas mentes para que temporariamente vocês enxerguem o que estão vendo: uma galáxia muito, muito distante... E são imagens ao vivo, viu? Estou utilizando as imagens que passam no observatório aqui em Anistar e transmitindo psiquicamente para cada um de vocês.
        — É incrível! — Tierno tenta encostar em um planeta com anéis de Saturno, mas estava alto demais e não dava pra tocar.
        — E Lembrem-se: Tudo está na mente de vocês! Vocês não estão no espaço de verdade. Estão apenas vendo o espaço através de suas almas, portanto, NÃO DEIXEM QUE SUAS CABEÇAS SEJAM ENGANADAS POR AQUILO QUE ESTÃO VENDO! Este é o meu conselho para esta batalha!
        — Podemos--
        — Não. Eu primeiro. — Interrompe Olympia, já lançando seus pokémons e respondendo à pergunta de Y antes mesmo de ela ser concluída. — Espurr, Meowstic, Meowstic! Adiante!
        Olympia ergue suas mãos e conjura três pokébolas, que são teletransportadas sabe-se lá daonde, indo parar naqueles dedos finos de unhas compridas. Imediatamente, as pokébolas se abrem, emitindo um raio de luz que atravessa o ginásio, ou melhor, o espaço, e os pokémons de dentro delas são libertados.
        — Tic!
        — Meow!
        — Purr!
        Dois Meowstic, um macho e uma fêmea, e um pequeno Espurr. O trio perfeito. O que todos tinham em comum? Além de serem de uma mesma linhagem evolutiva, de serem do mesmo tipo (Psíquico), todos eles tinham um olhar distante, etéreo e macabro, exatamente igual ao de sua treinadora.
        — Skiddo, eu escolho você! — Tierno lança seu pokémon.
        — Litleo, vamos lá! — Shauna lança o seu. Y fica por último.
        — Arrase... DELPHOX!
        — Bela escolha! Todos vocês! E quando aos dois... Parabéns por seus pokémons! — diz Olympia.
        Mas ninguém parece entender, então isso é deixado de lado e a batalha inicia-se.
        — Os desafiantes têm o primeiro movimento! — Informa Olympia — Podem começar!
        — Certo! Skiddo, use Energy Ball! — Tierno é o primeiro.
        — Litleo, Work Up! — Ordena Shauna — Vamos ficar bem fortes antes de atacar!
        — Delphox, use o Psychic!
        Olympia dá um suspiro, provavelmente porque já tinha previsto aquilo, mas os pokémons não se intimidam, e continuam. O primeiro deles a atacar é Skiddo, que dispara uma bola de energia contra o Meowstic Macho. Enquanto isso, Litleo brilha em um tom de vermelho, aumentando suas estatísticas, e Delphox tenta acertar a Meowstic Fêmea fogo contra fogo.
  
        — Psychic-Protection! — Anuncia Olympia em resposta aos ataques oponentes.
        Assim, a Meowstic fêmea ergue uma barreira telecinética que protege a ela e aos dois outros pokémons aliados, tudo de uma vez só. Dessa forma, nem as vibrações psíquicas de Delphox e nem a esfera energética de Skiddo fazem contato, e Olympia sai em vantagem.
        — Espurr: Mostre o que é um Psychic de verdade! Meowstic, a Esfera de Energia!
        Seguido à proteção múltipla da Meowstic Fêmea, o Meowstic Macho e seu companheiro Espurr atacam com os mesmos movimentos de Skiddo e Delphox, atingindo seus oponentes em questão de milésimos de segundo.
 
        — Oh, oh! Isso é um problema! — diz Y, ao perceber que Delphox e Skiddo haviam caído por cima de Litleo, impossibilitando o baixinho de batalhar. — Mas não podemos deixar isso passar em vão! Flamethrower, Delphox! Acerte essa Meowstic dos diachos!
        — Litleo, ajude Delphox com o Noble Roar!
        — Skiddo: Energy Ball mais uma vez!
  
        Os três do lado dos desafiantes atacam sem pudor. Enquanto Delphox disparava um jato de chamas muito vivas, Litleo dava um grito que baixava o Attack e o Sp. Attack dos oponentes, uma bela jogada em conjunto com a Esfera de Energia de Skiddo, que estourava na cara do Meowstic Macho, que levava todos os danos... Enquanto isso, a chama de Dalila diminuía de tamanho, revelando que Olympia estava perdendo as forças...
        — Huh... Que previsível! — Olympia debocha — Mas isso não vai derrotar meus preciosos Meowstics, muito menos o Espurr! Sabe o que via derrotar vocês? Isso: Power-Up-Charge Beam!
        E uma combinação inicia-se do outro lado do campo. Os dois Meowstics começam a brilhar fortemente em um tom de azul, disparando uma rajada elétrica contra Litleo e Skiddo. Nisso, Espurr usa o Psychic para ampliar a capacidade de expansão do golpe de Meowstic, formando uma onda muito mais rápida e muito mais poderosa de Charge Beam do que normalmente seria.
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        — Kidoo--
        — Tleo--
        — SKIDDO! — Tierno corre até seu pokémon, que parecia com sérios problemas.
        — LITLEO! — E Shauna faz o mesmo com o seu. Será que eles já seriam derrotados logo no início da disputa?
        — Skiddo e Litleo estão-- — Começa Matthew, mas dessa vez Y é quem o interrompe.
        — Não! Delphox, vamos de Wish! Ajude seus amigos Skiddo e Litleo!
        Delphox começa a brilhar, invocando uma Rajada de Estrelas que caem como meteoritos no chão púrpuro da arena, iluminando-o mais ainda. E rapidamente, antes que passasse o efeito, Delphox arrasta os dois pokémons menores pra dentro do círculo de luz formado pelo Wish.
        — Não importa se os seus parceiros serão curados com o Wish! Enquanto Delphox realiza esse movimento, ele não pode atacar novamente no mesmo turno, portanto está vulnerável! VÃO!
        Os três pokémons da líder Olympia saltam em sincronia, gerando golpes poderosíssimos, todos eles disparados contra Delphox.
        — Phox--
  
        Golpeado várias vezes ao mesmo tempo, Delphox é arremessado de costas contra a parede do ginásio, caindo de cara no chão.
        — AAAH! DELPHOX!
        Y corre até Delphox, mas nisso, o círculo no chão criado pelo Wish começa a brilhar mais e mais, e as estrelas que haviam caído agora saem de dentro da marcação no chão, subindo e recuperando Skiddo e Litleo...
        — Litleo, você está bem! — Shauna pega seu pokémon no colo, e Tierno segura os chifres de Skiddo, passando-lhe bons sentimentos através do toque.
        — Que bom, amigão! Que bom! — diz o garoto...
        Nisso, uma nuvem de fumaça roxa começa a tomar conta do campo de batalhas. Uma fumaça proveniente de Delphox. Y já estava acostumada com aquilo, mas os outros aliados estranharam.
        "Vocês sabem o que é uma Supernova?" — Pergunta uma voz maliciosa na cabeça de todos os presentes ao mesmo tempo.
        — Hã? Quem? — Matthew fica todo atrapalhado com aquilo, mas então ele percebe quem estava projetando aquela voz do além... — Delphox?
        "A Supernova é o evento mais brilhante de todo o universo. Quando uma estrela morre, uma explosão ocorre, espalhando 90% das entranhas dela no espaço, originando o mais brilhoso, colorido e emocionante evento da natureza: a supernova, que acaba gerando uma estrela de nêutrons e consequentemente uma singularidade no espaço-tempo: o Buraco Negro."
        — Caramba! Que inteligente! — Exclama Wood.
        "E vocês sabem quem é a Supernova desta batalha?" — Pergunta a voz de Delphox, que agora começa a se levantar, cambaleando devido o último impacto... — ELES! — E por fim diz, apontando com a varinha mágica pra Litleo e Skiddo.
        Imediatamente, os corpos dos pokémons de Shauna e Tierno começam a brilhar, exatamente como a Supernova, e esse brilho vai se intensificando, dilatando e dando a origem a novos seres...
        Litleo e Skiddo deixam de ser o que são para se tornarem Pyroar e Gogoat, respectivamente, dois pokémons muito maiores e mais preparados para aquela disputa, fazendo o brilho todo cessar após um evento da natureza mais extraordinário ainda chamado Evolução.
 
        — Meu Arceus... Então foi por isso que ela disse no início da batalha: "Parabéns por seus Pokémons"! — Conclui Shauna.
        — Eu não acredito! Eu emagreci 20 quilos pra poder montar no Skiddo e agora ele evolui? -.-
        — E não valeu a pena? — Pergunta Y.
        — Quer saber? Valeu! Foi junto ao Skiddo que eu me transformei em um novo homem! Foi junto á ele que cresci e evoluí! E é por isso que eu vou estar junto com ele hoje, agora e pra todo o sempre!
        — Goat! — O Pokémon corre e abraça seu treinador.
        — Vamos, Pyroar! Vamos arrasar, meu lindão! Use o Flame Wheel!
        — GROOOOOOAAAR!
        Pyroar cria uma roda de fogo que aprisiona os pokémons de Olympia dentro, circundando-os perfeitamente (A chama de Dalila diminui drasticamente de tamanho). Enquanto isso...
        — Gogoat: Leaf Storm!
 
        O recém-evoluído Gogoat cria um redemoinho de vento e folhas, que, combinado com a roda de fogo de Pyroar, atingem a todos os adversários de uma vez só, formando pequenas explosões ao longo de toda a estrutura do tornado.
        — YEAAAH! — Shauna e Tierno tocam rapidamente nas palmas um do outro, comemorando o strike triplo.
        Matthew então anuncia:
        — Espurr e Meowstic Macho estão fora!
        — Bom, por essa eu já esperava! Mas eu vou tentar fugir do destino que me aguarda! — Anuncia Olympia.
        — "Fugir do Destino que lhe aguarda"? — Shauna percebe o que a líder quis dizer — Então isso significa que (no futuro) iremos vencer?
        — Não! Não se eu puder evitar! — Grita Olympia — E EU POSSO! Como o próprio Delphox disse: as supernovas se acabam e o que se tornam? Instáveis a ponto de abalar o espaço-tempo, formando um Buraco Negro! Entende o que eu quero dizer? Nem mesmo as supernovas duram pra sempre! Elas brilham, queimam, mas se acabam! Muahahahahah! Meowstic, honre seus amigos! Acabe com essa supernova! Acabe com essa luz! Slash!
        A Meowstic que restou energiza suas garras psiquicamente, afiando-as exageradamente, a ponto de se tornar tão cortante que rasgava as moléculas de ar ao seu redor, quebrando as ligações entre átomos brusca e explosivamente. Um ataque à nível celular!
        — Desvie-se, Gogoat! — Grita Tierno, mas o pokémon recém-evoluído é atingido em cheio.
        — Vamos, Pyroar! Ajude Tierno com o Echoed Voice!
        — Delphox, combine o Echoed Voice com o Flamethrower!
 
        Enquanto Pyroar gritava sem parar, Delphox expelia chamas que explodiam na velocidade do som, acertando Meowstic em cheio--
        — STIC!
        — Muahahah! Isso ainda não acabou! Vejam! — Olympia aponta para a chama de Dalila, sobrevoando o campo de baralhas. Estava pequena, mas ainda estava acesa, o que significava que Meowstic ainda tinha condições de lutar.
        — Stic, tic! — E o pokémon se levantou para provar que aquilo era verdade. Mas eram três oponentes, como ele iria sozinho derrotar todos eles?
        — Psychic! — Grita Olympia, fazendo com que Meowstic desembrulhasse suas orelhas e mostrasse à todos os seus órgãos psiônicos, como olhos grudados ás suas orelhas compridas como as de um Bunnelby.
        E assim, uma onda de energia mega poderosa percorre o campo de batalhas, colocando todos para flutuarem... Longe do solo, Pyroar e Gogoat não podem fazer nada a não ser espernear por serem quadrúpedes, mas Delphox, como bípede, consegue se manter estável.
        — GOGOAT!
        — PYROAR!
        Os treinadores gritam desesperados ao verem seus pokémons se contorcendo no ar.
        — Ora, ora... Acho que somos só nos dois! — Olympia encara Y como se fosse matá-la — Vamos, mostre do que o seu Delphox é capaz... E então teremos uma revanche!
        — Pode apostar que sim! — Y respira fundo e então grita: — DELPHOX: Mystical Fire!
        Delphox desenha um círculo no ar com sua varinha de condão e então cospe uma rajada ultra destrutiva de chamas ardentes bem no meio dessas circunferência, fazendo o barulho de uma explosão e projetando a luz de um sol.
        — Psychic-Protection, vamos lá!
 
        Meowstic e sua barreira telecinética são empurradas contra a parede oposta do ginásio, mas o pokémon psíquico fica sem nenhum arranhão.
        — Vine Whip! — Por fim ordena Tierno, atacando à distância.
        — Flame Wheel! — Segue Shauna.
 
        E as supernovas atacam com tudo, no exato momento em que Meowstic havia desfeito sua barreira psíquica: o momento em que Delphox parou de atacar com Mystical Fire.
        "BOOOOOOOOMMMMM"
        E assim, Meowstic é jogada com um grande estouro contra a parede, onde cai desacordada, apagando a última fagulha da chama espiritual que indicava a vitalidade do time oponente...
        — Tic... @-@!
        — Meowstic está fora de combate! A Vitória vai para Y, Shauna e Tierno, com seus pokémons Delphox, Pyroar e Gogoat!
        — Oh, não! — Olympia vai correndo até Meowstic e a pega no colo, erguendo-a do solo — Está tudo bem agora, minha querida. Está tudo bem. Bom... Vocês fizeram uma batalha maravilhosa!
        — Você-- — Começa Y.
        — Eu sei querida, eu sei. Aqui está a recompensa de vocês: Uma Insígnia Psíquica da cidade de Anistar!
        Olympia abre a mão e três pequenos símbolos talhados em metal são conjurados. Então, os símbolos começam a flutuar e a Líder de Ginásio os transporta telecineticamente até a mão de cada um dos desafiantes.
        — Obri--
        — De nada. — Ela Corta Shauna pela milésima vez — Agora, onde eu estava? Ah, sim! Alguma coisa me disse no começo da batalha para ficarmos atentos às imagens do espaço, mas eu acho que me empolguei um pouco, heheh!
        — Imagens do--
        — Sim! Vamos observar, treinadores! Vamos observar o que os astros reservam para nós! — Dessa vez Y é cortada.
        — Gente! O que é aquilo!? — Wood aponta para uma criatura pequena que surgira no meio da imensidão de planetas, Uma criatura viva, produzindo um barulho metálico esquisito.
        — Aquilo... É um--
        — Sim, é um Pokémon! — Responde Olympia antes mesmo que Matthew pudesse concluir a pergunta.
        — Olympia, você precisa parar com essas sua--
        — Eu sei, Wood. — Dessa vez acontece com o treinador de Mega Pinsir — Eu já tentei, mas não consigo. Simplesmente tudo o que acontece ao meu redor é captado antes de realmente acontecer!
        — Deu pra per--
        — É, pois é! — Foi com o Zack agora.
        — O que aquele pokémon está fazen--
        — Ele vai atacar, Y! — Responde a líder de ginásio.
        — --do? AI, QUE SACO! SE CONTROLA, MULHER!
        Olympia fica caladinha. Todos então observam o pokémon misterioso, que começa a fazer algo estranho... Seu corpo começa a se desfazer, até só sobrar a pedra rocha que estava alojada em seu peito.
        — O QUE? — Todos se surpreendem ao ver aquilo...
        A pedra cai em cima do meteoro, que começa a ficar com a coloração púrpura, exatamente igual a pedra, como se o pokémon estivesse infectando a rocha. E então tudo acontece. Como se o meteoro estivesse sendo movido pelo pokémon, ele sai de sua órbita e começa a viajar pelo espaço em uma velocidade muito absurda a julgar pelo seu tamanho.
        — Oh, meu Arceus! Aquilo é... Um Vírus Espacial! Infectou o Meteoro! — Observa Y — Onde foi que eu ouvi isso mesmo?
        Todos então se olham e chegam à mesma conclusão, gritando juntos em um susto fenomenal:
        — ZINNIA!
        — Ah, meu Arceus! — Lágrimas começam a escorrer pelo rosto de Wood — Aquela caipira estava mesmo certa! Tem um Meteoro Mortal em rota de colisão com o Planeta Pokémon!!

Continua...
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